sexta-feira, 24 de maio de 2013

Aquela Praia Deserta...

Estava ali sentada na areia de uma praia deserta, olhando para as ondas cinzentas e ligeiramente agitadas, sem pensar em nada que não fosse as ondas cinzenta. Senti algo tocar-me nas costas muito levemente, virei-me e dei de caras com um Ser de estrutura magnificamente imaculada quase perfeita...Ele estendeu-me a mão como que me convidando para dançar a valsa. Observei a sua mão seguidamente a sua face voltando novamente a olhar para a mão. Estendi o meu braço hesitando antes de agarrar na sua mão. A sua mão estava quente e agarrara na minha mão de forma delicada mas firme. O seu olhar brilhante fixava-se no meu, convidando-me a confiar nele, e assim o fiz. Sorri, parecia que lhe conhecia a uma eternidade... Deixo-me guiar por ele até ao mar, que agora já se acalmara um pouco, entrando pelas ondas a dentro. Soltou-me a mão e sorriu convidando-me, novamente com o olhar, para lhe seguir o ritmo enquanto nadava. Ele nadava de forma tão graciosa e descontraída que nem parecia humano. Desajeitada tentava acompanhá-lo e assim que apanhei o geito esqueci-me completamente dos meus stresses, problemas, ansiedades e medos.
Após nadarmos durante algum tempo regressamos à praia e senta-mo-nos lado a lado na areia maciça. Ao lado daquele Ser misterioso estava um cesto de piquenique repleto da minha comida favorita. Ele abre o cesto e de lá pairou o cheiro do seu conteúdo deixando-me com água na boca. Em seguida ofereceu-me um Oreo. Agradeci, peguei na bolacha e dei uma dentada, até parecia que era a primeira vez que estava comendo aquele tipo de bolachas! 
Assim que paramos de comer levanta-mo-nos e ficamos frente a frente. Sorriu ternamente para mim e senti-me a corar. O quê que quereria aquele ser de mim? Estendeu a mão e colocou uma madeixa de cabelo atrás da minha orelha. Com a outra mão puxou-me para o seu peito envolvendo o meu corpo num quente e doce abraço. Depois, vagarosamente, largou-me sorrindo e fez uma vénia. Ri e corei simultaneamente fazendo também uma vénia. 
E assim Ele se afastou de mim tão subitamente quanto apareceu...

quinta-feira, 23 de maio de 2013

« Não é insónia, é saudade. »

O relógio marcava as quatro horas da manhã... Lá fora a chuva caia, fazendo um tilintar hipnotizaste. Na cama ela permanecia inerte, enrolada no calor das memórias. Não conseguia parar de pensar nos na hipóteses de um passado diferente, nas opções que não considerou, os erros que cometera e nas oportunidades que perdeu... Não conseguia esquecer nem perdoar o mal que lhe fez. Ele era um doce de pessoa, tão maravilhoso, tão... tão... tão perfeito! Ela não se sentia digna de estar ao seu lado. Ele era perfeito demais para ela.
Enquanto as lágrimas lhe corriam pelo rosto e o coração se apertava no seu peito, as memórias deles os dois assombrava a sua mente. Todas as conversas até a madrugada e todas as gargalhadas e todos os toques e todos os olhares... agora resumiam-se a nada. Ela jurara nunca partir-lhe o coração, mas assim o fez. Mesmo sem ter tido a intenção de o magoar, magoou  Contudo, apesar de toda a dor, bem lá no fundo ela sabia que o amava de um geito diferente e que eles nunca poderiam estar juntos...

«Princesa»

Texto Dedicado à C.Camacho.

A sua voz terna e grave estremeceu ao meu ouvido provocando no meu corpo um arrepio... A sua voz permanecera igual apesar dos anos todos que tinham passado! «Princesa», voltou a dizer porém no meu outro ouvido, voltei a arrepiar-me. Senti as suas mãos na minha cintura puxando-me para ele. O seu calor aqueceu-me as costas provocando-me novamente um arrepio pelo meu corpo todo... «Princesa,» - repetiu ele - «nunca devia ter-te abandonado... Não sabia o que estava a perder, não te dei valor...» apertou-me mais contra ele enterrando a sua face na cavidade entre o meu ombro e a minha clavícula. «Sei que te fiz sofrer, mas mudei... quero corrigir os erros que cometi. Poderás alguma vez me perdoar?».
De repente, viro-me para ele e vejo no lago azul dos seus olhos, agora transbordados de lágrimas, o seu sofrimento, dor e saudade como que numa súplica para que voltasse a me entregar a ele. Tocou-me na face. «Desculpa» murmurou. [...]

sábado, 18 de maio de 2013

Os confins da minha mente...

Fui dormir tarde, e assim que pousei a cabeça na almofada as lágrimas irromperam os meus olhos molhando a minha face. Não sabia ao certo porque chorava... se era da dor latejante que sentia irromper no meu peito ou se era pelo enorme vazio que sentia na minha vida... A minha mente ia sempre buscá-lo, procurando-o sedento por mais, mais amor, mais paixão, felicidade, adrenalina... Naquele momento tinha medo de voltar a ser magoada, de voltar a me precipitar, de me deixar levar pelos momentos, de fazer asneiras, de me entregar... medo do imprevisto e do desconhecido... 
Dou por mim de novo em busca da memória dele nos confins da minha mente. Sinto saudade dele, tanta que perdi a vontade de sorrir e de ser feliz. Sinto que recuei mil passos, para o momento em que me sentia tão só... 
Sei que tenho um terrível defeito: creio demais nas pessoas. Creio em cada palavra, cada toque, cada suspiro, carícia, cada inspiração e expiração... Adapto-me à pessoa, entrego-me, prendo-me, habituo-me e fico de tal forma confortável que nem antecipo a sua partida. Nunca estou à espera. Nunca acredito que vá acontecer. Não quero acreditar. E quando dou por mim ali estou com o coração partido, novamente, nas minhas mãos, chorando até não ter força para mais nada, até as lágrimas secarem e até cair num sono profundo.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Nunca vão perceber.


Estou aqui sentada na cama, de novo com aquele desejo. Aquele desejo que me persegue há uma semana. O desejo de me expressar através da escrita mas sem saber o que dizer, nem como dizê-lo. Aquela vontade de voltar a pegar num papel e numa caneta e apenas escrever. Escrever mesmo que não faça sentido...mesmo que ninguém perceba a minha letra... mesmo que eu chore...até a tinta da caneta se acabe ou até o teclado se quebre...
As pessoas que supostamente se preocupam comigo estão me dizendo o que fazer e o que não fazer... como agir... Falam de mim como se eu não pudesse ouvir... falam sobre nós... como se eu não soubesse o que estou a fazer... como se eu fosse estúpida, uma criança ingénua... talvez o seja, uma criança...
...A minha felicidade saiu daquela porta contigo. A minha vida deixou de fazer sentido após receber o teu e-mail. Não me respondes aos sms, não me atendes as chamadas... Sinto um enorme vazio dentro de mim.
Como foste capaz de desistir de tudo, quando prometeste que irias lutar por nós?! Como foste capaz de desistir de mim?! De que vale as nossas discussões parvas se no final do dia não podemos voltar a estar nos braços um do outro?! Falhamos... Mas ainda há tempo!... Não há?... Podemos voltar atrás!... Não podemos?...
´´Eles´´ não percebem, nunca perceberão. Não sei como lhes explicar que te amo... EU AMO-TE!! Nunca vão perceber... Nunca vão perceber que cada momento que passo contigo sinto-me livre, sinto-me EU, sinto-me independente e capaz de tudo. Nunca vão perceber o amor que nutrimos um pelo outro. Acham que sou um Ser incapaz de perceber o Amor por ser "nova demais para essas coisas". Nunca vão perceber que ao estar ao teu lado estarei sempre protegida, nada nem ninguém me fará mal...Nunca vão perceber que me forneces ideias para o futuro, o teu e o meu futuro, que és um rapaz decente, que... Nunca vão perceber. Ninguém me pode ajudar porque nunca vão perceber O Nosso Amor. Mas pouco importa agora o que me aconteça agora pois já perdi tudo o que tinha a perder...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Citação do dia :)

Neste silêncio...


Sinto o gosto dos teus doces beijos, o teu cheiro nas minhas narinas, o teu calor no meu corpo, o teu toque sobre a minha pele, a tua voz no meu ouvido... mas não te vejo aqui! Sei que não estás... Mas isto parece tão real!... Vejo-te perante mim, sorridente., com aquele brilho nos teus olhos que eu tanto amo. Faz algum tempo que não te vejo desse geito... Espera, oiço-te dizer o meu nome. Ah!, é tão linda a melodia da tua voz. Dou uns passos em frente tentando chegar a ti, fecho os olhos na tentativa de dispertar desta sensação de... aperta-se-me o coração... Sinto o teu toque e o teu perfume arde-me as narinas. Volto a abrir os olhos e deparo-me com nevoeiro. Nunca vi nada assim. Aflita procuro-te... contudo não te encontro. Não te vejo. Não te oiço. Não te sinto... mas pressinto a tua presença. É como se tivesses mesmo aqui! Isto é de loucos, é estúpido, nem aqui estás! Estás longe de mim. Mais do que nunca... Mas... mesmo assim não quero acordar desta ilusão ou sonho ou miragem... chama-lhe o que quiseres. Não quero perder-te, porém parece-me que não importa o que faça ou diga, pois nada mudará. Apenas pedia apoio, proteção e amor. Será que exigi demasiado de ti?... Abandonaste-me quando mais precisava de ti!! Eu preciso de ti!
De repente sinto os teus braços a minha volta. Abraças-me  e sinto-me protegida, amada e segura.
Não, não quero acordar desta loucura. 

domingo, 16 de dezembro de 2012

Talvez

Eram quatro horas da manhã. Lá fora a chuva caia, fazendo um tilintar hipnotizaste. Enrolada no calor e nas memórias, ali seu corpo pálido permanecia, inerte. Ela não conseguia, não queria, sair daquele transe. Para ela aquele momento semi-acordada ...semi-adormecida... era a sua forma de estar mais perto dele. 
Lembrava-se de todos os casais felizes que vira nesse dia, todos os bebés, todas a famílias 'perfeitas'... 
Imaginou, então,como seria a sua vida dali a 10 anos. Talvez teria o seu emprego de sonho, um salario bonzinho, um marido que a fizesse sentir amada e a desse vontade de o amar ainda mais a cada dia que passasse. Um homem paciente, terno, doce, engraçado, compreencivo... Um homem forte e cavalheiro -> ele. 
Talvez tivesse duas pestezinhas lindas: gémeos, como sempre quis. Um de cabelo encaracolado outro de cabelo liso de olhos negros... Que ora a fizessem rir pelas brincadeiras, caretas e risinhos ou a fizessem zangar pelas asneiras e traquinisses! Enfim...


Talvez ela tenha a vida 
que sempre espeouter. 
Talvez envelheça 
com alguém ao seu lado. 
Talvez tenha 
muitas aventuras. 

Talvez...  
Apenas talvez...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A Primeira Pérola


Lembraste da primeira vez que nos vimos? Da primeira vez que nos olhamos? Da primeira vez que falamos? Da primeira vez rimos um com o outro? Da primeira vez que dissemos "Amo-te" um ao outro? Da primeira vez que discutimos? Da primeira separação? De todos os erros? De tudo o que passamos? 
Eu lembro-me - 14 de Julho de 2010, tudo começou nesse dia... Lembro-me do dia no Parque de Diversões; do primeiro dia que falamos (8 de Abril de 2011); da visita aos Salesianos; do acidente; dos "amo-te"; da noite que chorei baba e ranho e tu lá estavas a me consular e incentivar; dos dias em que me apoiaste quando a minha bis-avó estava doente; de todas as vezes que me fizeste sorrir quando queria chorar; de todas as vezes que quiseste ir para França para te afastares de tudo e todos; de todas os obstáculos que superamos; de todas as brincadeiras; de todos os momentos; de todos os altos e baixos, lembras-te? 
Lembraste de tudo o que passamos? De todas as alegrias que multiplicamos e tristezas que dividimos, de todos os obstáculos e desafios que supremos, de todos os bons momentos?  AGARRA-TE A ISSO!❤  Todos os dias é uma luta para manter a nossa amizade e nosso amor, e ambos sabemos que há pessoas que nos querem ver separados, mas isso não vai acontecer, não é anjo? Porque se ambos queremos, somos capazes de tudo! 

 «eu e tu não é só por uns tempos …  Eu e tu é para sempre! » 

sábado, 15 de setembro de 2012

Memórias, Desejo e Destruição.

Ele por fora é igual a qualquer outro rapaz que a sociedade considera belo - alto, moreno, com músculos definidos, dentes brancos que formam o mais perfeito sorriso, olhos misteriosos, forma de ser relaxada... - por isso quem é que não gostaria dele? 
Todos vêem o seu exterior: o seu sorriso honesto, a sua momentânea alegria... mas poucos sabem o seu interior. Ele é um labirinto de dor, sofrimento, de sonhos destruídos; um coração rasgado, uma alma perdida... Ele mostra-se sereno e disfarça a dor com o seu doce sorriso, mas poucos vêem além disso. Ele não é perfeito e é isso que mais gostas nele. Ele é muito mais profundo do que parece... Quando pensas que descobriste a fonte do seu Ser dás por ti de volta no início. Ele é um mistério. Ele é uma aventura. Ele é uma droga. Ele é um sonho. Ele é um desejo. Ele te captura e nunca mais te larga. Ele faz-te sentir o que nunca antes sentiste. Ele te põe confusa. Ele te confortável. Ele faz-te feliz. Ele é quem sempre esperaste! Mas chegaste tarde... porque agora ele está partido, destruído por dentro. Não há nada que possas fazer. Nada que possas dizer. Ele é teimoso! Não te vai dar ouvidos. Não vai acreditar na felicidade que lhe tens para dar. Destruíram-lhe. Ele te mente, ele te magoa, ele te usa... ele não sabe como ver-se livre da sua própria dor e é destruindo-te também que ele acha conseguir voltar a sentir. Mas tu ama-lo. Voltas sempre. Nunca vais parar de acreditar nele. Acreditas que ele há-de mudar. Mas um dia algo vai mudar. Vais começar a ficar como ele. Vais reparar na mudança. 

E depois o que acontece? Depende de ti. 
A escolha sempre será tua...

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Quatro da Manhã, Uma Carta e Uma Lanterna

Escrito no dia: 13 de Julho de 2012

Mentiria se dissesse que estou bem. Não estou. Morro de saudades de alguém que nunca toquei, nunca abracei, nunca senti... Isto é de loucos!! ;'(



Sinto um aperto no coração, os olhos a arder, o corpo a tremer... Não sei para onde ir, para quem me virar...  Já não sei seguir de cabeça erguida. Já não sinto nada, estou morta.... Tudo por o que lutei acabou de escorregar-me por entre os dedos como grãos de areia.
Eu bem que tento raciocinar, pensar noutras coisas para além da dor que arde no meu peito, mas o meu coração grita que nem louco! Chama o teu nome. Suplica para que fiques e eu tento mas as tentativas são em vão pois nada acalma meu pobre coração. E as lágrimas? Quando estou só lavam-me a cara, quando estou acompanhada o sorriso serve de máscara.

Não é fácil para nenhum de nós. Não é fácil deixares tudo para trás, nem é me é fácil deixar-te ir. Talvez seja o melhor, talvez não.
Não há nada que me possam dizer ou fazer para tirar esta dor, este vazio.



Finjo que nada se passa, que estou bem e só para acalmar os meus amigos eu digo: «Não é como que ele vá morrer, não é? ^^ » Não, ele não morrerá, mas eu sim. Todos os dias um pouco de mim morrerá...  

E tenho medo. Medo que vás, que paremos de falar, conheças uma moça linda, inteligente e perfeita... E que te apaixones por ela. Tenho medo de te perder... Medo de que te esqueças de mim... de nós.





Hahah, é bem feito para mim! Eu que sempre dizia "Ah, isso de ter uma relação à distancia nunca funciona nem dura muito tempo."  Pois é. Não sabia do que estava a falar. É aquele desejo de poder estar com a pessoa, senti-la, cheirá-la, ouvi-la, tocá-la... Aquela saudade absurda e inexplicável! Aquele aperto no coração sempre que pensas que afinal a pessoa está longe de ti.

Gostaria de me despedir de ti da melhor forma, sem lágrimas, sem arrependimentos, sem dramas... Apenas quero oferecer-te um "Até Logo" e um grande, sincero e brilhante sorriso!! :)


Mas estou tão vazia que nem sei se isso consigo fazer :'( 


-  Yo te amo! 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Selo "Liebster Blog"


Selo "Liebster Blog"


YUPII!! *.*
Just Me* recebeu  hoje o seu primeiro selo! O nome do selo é Liebster Blog e foi oferecido pela Catarina do blog Páginas Encadernadas e é oferecido a bloggers que têm menos de 200 seguidores. 

Regras:
*Quem o recebe deve postar 11 factos sobre si
*De seguida deve responder às 11 questões que quem deu o selo colocou e escrever 11 novas perguntas para as pessoas a quem oferecer o selo responderem
*Escolher 11 bloggers e linká-los
*Não se pode taggar quem nos taggou

Então comecemos! ;')

11 FACTOS SOBRE MIM
01# - Sou brasileira ^^
02# - Do signo Caranguejo ♥
03# - Sorridente =D

04# - Teimosa u.u
05# - Sacrifico a minha própria felicidade pela felicidade dos outros
06# - Romântica Incurável!! ♥.
07# - Filha Única ...
08# - Meu maior sonho é ser Escritora :$
09# - Quero viver um tempo em Espanha, Itália  e França *o*
10# - Viciada em Música :3
11# - Viciada no Pc 


PERGUNTAS E RESPOSTAS:

01 -  O que te faz mesmo feliz?
Hum... As pequenas coisas como quando me fazem rir, me abraçam, sorriem para mim, quando dizem o quando importante sou para eles, quando me escrevem cartas ou dão presentes, quando me fazem sentir especial, quando eu encontro 0,50€ na máquina do pavilhão da escola ahahahh (A) 
02 - O que te irrita profundamente?
Quando alguém me ignora ou fala mal de mim pelas costas e quando sou a última a saber de alguma coisa.
03 - Preferes livros em formato digital ou papel?
Prefiro livros em formato de papel pois gosto do cheiro de livros, seja novo ou velho *o*
04 - Autores Portugueses ou estrangeiros
Autores Estrangeiros ^^
05 -  Nome do autor(a) preferida?
Ainda não tenho autor(a) preferida :3
06 -  Dia ou noite?
Hum... Depende do meu estado de espírito, mas normalmente nenhum xD Gosto mais do amanhecer e anoitecer =3
07 -  Verão ou Inverno?
Bom... gosto do verão pois posso usar t-shirts, vestidos e shorts e ainda por cima estou de férias *o* Mas também gosto do Inverno, pois posso me aninhar nos cobertores, bebericar chá ou café e ler ou ver um filme *w* Por isso a resposta é ambos ^.^
08 - Uma tarde perfeita seria...
Um passeio com as pessoas mais importantes para mim :)
09 -   Filme mais aguardado de 2012?
Amanhecer Parte 2  *p*
10 -  Animal preferido?
Leopardo das Neves 
11 -  Férias de sonho?
Uma viajem em volta do Mundo *w* 


PERGUNTAS PARA OUTROS BLOGGERS
1. Define-te numa palavra.
2. Qual foi a maior loucura que já fizeste?
3. Qual foi a melhor coisa que já te aconteceu? 
4. Qual é o teu maior sonho?
5. Qual é o teu maior medo?
6. Se pudesses viajar no tempo irias para o futuro ou o passado e porquê?
7. Dia ou Noite?
8. Porquê que criaste o blog?
9. Se fosses rico(a) por um dia, o que farias?
10. Se tivesses apenas 24h de vida o que farias/dirias com elas?
11. És feliz?




BLOGS:

sábado, 16 de junho de 2012

*Headphones, uma carta e memórias...

Hey... Como tens passado? Não sei porquê que te escrevo... Apenas tenho saudades... deve ser isso. 

Tenho saudades tuas... do teu cabelo que tinha sempre a mania de cair sobre a tua face e tapar-te os olhos, das tuas mãos macias entrelaçadas nas minhas, dos teus lábios doces nos meus, dos abraços apertados, dos carinhos. Saudades de segurar a tua mão e de ver as expressões chocadas dos outros enquanto andávamos de mãos dadas... Saudades do teu sorriso, da tua voz, do teu riso alegre... Saudades das tuas caretas fofas, dos teus implicansos'. Saudades desses teus olhos brilhantes! Saudades dos nossos passeios, das nossas conversas, das nossas brincadeiras. Saudades dos nossos olharesSaudades do que tínhamos, apesar de saber que não era perfeito :c saudades de ti e de tudo o que tinhas para dar. Saudades das pequenas coisas: surpresas, presentes, frases que me dizias... 
Saudades daqueles nossos momentos
Voltas para a minha vida? 

quarta-feira, 16 de maio de 2012


Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém…

Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim…

E ter paciência para que a vida faça o resto…



[William Shakespeare]

terça-feira, 15 de maio de 2012

CONTO: Tudo estava prestes a mudar...

~Palavras que se revelaram apenas isso, palavras~

O alarme no telemóvel tocou, desligou-o abrindo lentamente os olhos. Assim ficou fitando o tecto. Era só mais um dia, um como qualquer outro. Um dia em que mais uma vez ela teria de esboçar um sorriso e dizer "está tudo bem" só para não preocupar os outros. Um dia repleto de dor, perda e uma réstia minúscula de esperança...  
Voltou-se para a janela. 
Pensara já ter ultrapassado toda a dor que ele lhe causara. Pensara que já não sentia saudades dele. Pensara que ultrapassara tudo e que seguira em frente. Pensara finalmente ser forte para seguir em frente outra vez... mas afinal ainda sentia saudades dele e do que era com ela.
Suspirou e arrastou-se para a casa de banho. 
Olhou-se ao espelho. Passou as mãos pela cara, e assim, sentindo as olheiras criadas devido às noites que passara em claro remoendo pensamentos e emoções. "Tu queres sempre prolongar o teu sofrimento enquanto eles querem acabar o deles." dissera-lhe uma vez a sua irmã.  Ela tinha razão. Ela quando amava, amava mesmo de verdade e fazia tudo pela pessoa nem que fosse sofrer por ela. Mas nenhum permaneceu o tempo suficiente para ver que ela realmente amava. Acontecia-lhe sempre isso. Fora novamente abandonada. Não bastou à nascença ser abandonada pelo pai, mas agora, também era constantemente abandonada por aqueles que ela amava...
Voltou a suspirar. 
Arranjou-se e preparou as coisas para a escola. Quando tudo estava preparado para o seu longo dia na escola, sentou-se à frente do portátil e escreveu. Desabafou, chorou, tremeu e o seu coração novamente se desfez... Olhou para o relógio. Já eram horas de sair de casa. 
Correu para a casa de banho e fez os possíveis e impossíveis para esconder os vestígios do seu choro, contudo os seus esforços foram em vão, por isso limitou-se a pegar na mochila e dirigir-se à rua. Entrou no autocarro e sentou-se ao pé da janela e encostou a cabeça ao vidro. Fechou os olhos sentindo a brisa morna vinda da janelas abertas afagar-lhe o cabelo.
Imaginou-o ali ao seu lado: a sua respiração no seu pescoço, os lábios doces sussurrando-lhe ao ouvido, os dedos no seu cabelo, os braços segundo-lhe firmemente e protegendo-a, o calor dele a aquecer-lhe a pele... 
Mais um suspirou. 
Abrindo os olhos. Estava quase a chegar à sua paragem. Tocou na campainha, o autocarro parou e saiu. Andou em passo lento por entre crianças que contavam às mães o que tinham aprendido naquela manhã, por grupos de jovens que se riam e falavam sobre coisas banais, por casais andando de mão em mão completamente alheios ao mundo à sua volta... 
Entrou no edifício grande, sentou-se na sala onde teria as aulas e lá permaneceu o dia todo. O tempo parecia nunca passar. O sol enfraquecia, o professor explicava a matéria, os colegas falavam e mandavam bilhetinhos uns aos outros... e ela era a única ali que, apesar de lá estar não estava. 
A sua mente vagueava por entre memórias. Recordações de momentos bem passados. Carícias, beijos, olhares e abraços. A voz, o toque  e o calor dele. A sua pele na dela. Palavras que a faziam corar, tremer, ansiar, sonhar e feliz. Que a faziam se calar, que a faziam nervosa... Palavras que se revelaram apenas isso, palavras. Memórias que ela agora ansiava ter de volta, mas que já não faziam sentido nenhum. 
O toque se saída marcou o fim do dia de aulas. Ela jogou tudo para dentro da mochila e preparou-se para o regresso ao seu abrigo - seu quarto, onde poderia ficar e esconder a sua tristeza de todos.
"Até manhã!" - Exclamaram as suas amigas. Ela virou-se para elas, reuniu todas as suas forças e sorriu-lhes, retribuindo o gesto.
Decidiu andar até casa para assim desanuviar as ideias. 
Pelo caminho deparou-se com um rapaz lindo: olhos cor de mel, cabelo encaracolado loiro-escuro, alto e de tez morena; que a fitava-a com curiosidade. 
Ela ignorou-o o mais que pôde, mas soube que era um sinal. 
Um sinal de que tudo estava prestes a mudar...

sexta-feira, 27 de abril de 2012

CONTO: Abraça-me Apenas!

Capitulo I


Apenas limitei-me a sentar-me ali contemplando a vista para a avenida, enquanto o vento perfurava o caminho de entre os meus cabelos até ao meu pescoço … Arrepiei-me e apertei o lenço no pescoço.

Ainda me lembrava daquele dia … em que sem mais nem menos ele desaparecera … em que dissera que eu seria feliz e que num piscar de olhos encontraria outro porque, agora, era sua maninha forte.


O vento voltou a soprar, arrancando, desta vez, o meu lenço. Levantei-me num salto correndo de seguida à sua trás. O vento cessou e com ele o lenço. Inclinei-me para apanhá-lo contudo de novo foi arrastado pelo vento veloz. Corri novamente atrás dele. O vento abrandara e no mesmo instante que um grupo de rapazes altos, morenos e atléticos passaram por mim. Um deles disse aos outros: “Vou só ao WC num instante!”, os outros miúdos limitaram-se a rir pela expressão WC.

O meu lenço estava a três passos de mim e ao mesmo tempo tão perto dele. O rapaz apatanhou o lenço e eu estremeci. Olhou para baixo e viu o lenço, dobrou-se e apanhou-o. Olhou em volta, cruzando o olhar com o meu. Esbocei um sorriso e fui na sua direção olhando para o lenço nas mãos do rapaz. “Oh!” Exclamou estupefacto. “Aqui tens”. Sorriu. “Obrigada!” Tirei o lenço das suas mãos e amarrei-o à alça da minha mala.
Respirei fundo e voltei a olhar para o rapaz, ele sorriu. “James” estendeu-me a mão bronzeada e suave. “Lucile”, apertei-lhe a mão. “Prazer”, voltou a colocar a mão no bolso das calças. “Peço desculpa por ter atropelado o lenço” apontou para a minha mala com a cara triste. “Ah! Não faz mal…” Sorri. “Bom…hum, talvez tenhas pressa ou assim… não te vou incomodar” ofereceu uma expressão simpática. “Hum… não nem por isso” Sorri. “Então… poderia recompensar-te por ter atropelado o lenço?” “Sim” aceitei prestes a rir.





Capitulo II
 
Estava no café com James. Loiro (de caracóis muito suaves), alto, magro mas com algum músculo, simpático e engraçado. Assim era ele. Durante aquelas (poucas) horas ele fizera-me esquecer da existência de… bom, prometera nunca mais proferir o seu nome. “Ah! É verdade James, não ias á casa de banho ou assim?” Disse. “Não, era só uma desculpa para me afastar deles…” fez uma careta “É que estava aborrecido com as piadinhas estupidas deles” Suspiro. “Isso já não é importante” Sorriu. “Ainda bem que me deparei contigo” brincou com a colher do café. “Porque dizes isso?” Beberiquei o meu cappuccino. “Foste a minha salva-vidas! Se não tivesses aparecido teria de ter fingido a minha própria morte!” Exclamou em pose dramática: levara a mão ao peito como que se estivesse esfaqueando. Desmanchei-me em risos. Ele também riu.

O riso dele era tão alegre, vivo e fazia-me sentir tão quente e leve! Os dentes dele brilhavam de uma forma convidativa, que pareciam estar a chamar por mim…
A sério, não querias conhecê-los” ficou sério, fitando-me nos olhos. “Sabes, devíamos encontrar-nos mais vezes! És uma miúda espetacular!” “Ah!” Suspirei, “Quem me dera que todos pensassem dessa forma…” Olhei para as mãos mas sentia os olhos dele procurando os meus. Ele esticou a mão e tocou-me delicadamente no queixo, levantando-o para poder-me olhar novamente nos olhos. “Problemas de coração, hein?” Assenti. “yeah… bem-vinda ao clube!” Ele suspirou … “Bom… O tempo cura tudo, segundo dizem não é?” Olhou para mim esperançoso. “Ye, suponho que sim” “Enfim…” Suspirou.



De repente o meu telemóvel começou a vibrar. Olhei para James espantada. “Quem será que me quer?” Murmurei abrindo a mala à procura do telemóvel. Atendi sem ver quem era: “Sim?” “Olá. Desculpa ultimamente tenho estado ausente porque precisava de tempo para pensar no que quero para o futuro e…” Era ele… O meu coração acelerou, a mão que segurava o telemóvel perdeu a força, corei e as borboletas voltaram á minha barriga. Era tão bom voltar a ouvir a voz dele mas ao mesmo tempo era terrível! “Luce, estás ai?” A voz disse. “Ah… sim estou” “Desculpa!”, “Não faz mal”. Claro que fazia mal… 



Capitulo III

Quem é?” disse James com os lábios (sem fazer som). Fiz-lhe sinal de que depois lhe contaria.
Então como estás?” 

O que ia responder? Ele sabia que eu estava de rastos. Estava completamente destruída! Mas claro que não ia mostrar parte fraca! 
Bem…” a minha voz vacilou, traindo-me. 
A sério?
Sim” repeti mais firme. 

Um silêncio ensurdecedor pairou na chamada… 
Ahm… E tu, como estás?” 
Mais ou menos”. 

Fiquei contente por ouvir aquilo. Era tão bom sentir que eu não era a única que estava a sofrer com esta situação toda. 
Ah…” 

Mais silêncio.
Bem… tenho que desligar agora… liguei só para te dizer isso…” 
Ah, hum, ok então”. 
Gosti” disse. 

Ele dizia sempre isso. Era a sua forma de dizer “Adoro-te”. 
Engoli em seco. Era demasiado doloroso ouvir a voz dele depois de tudo… Depois de tudo o que lhe dissera. 
Hum” murmurei. 
Luce, querida, tenho mesmo de desligar” 

Foi nesta altura que caiu sobre mim o peso da despedida.
Este era o verdadeiro e único momento pela qual ansiara nunca chegar: O Adeus. O meu lábio começou a tremer Oh não! Iria começar a chorar! O telemóvel escorregou uns centímetros da minha mão. Inspirei fundo, preparando-me para o impacto final. 

Então adeus” murmurei 
Adeus
Adeus” repeti desligando a chamada. 

Joguei o telemóvel na mesa com raiva e esforcei-me por não chorar. 
Não sabia… que iria doer…tanto” Consegui dizer entre soluços. 

James aflito mudara de lugar, sentara-se agora ao meu lado. 
O que… como posso te ajudar?

Abanei a cabeça e envolvi o tronco com os braços, mas era inevitável… iria chorar. Uma lágrima caiu e mais outra, seguida de outra e outra. James muito paciente agarrara-me na mão e levara-me dali para fora.



Estávamos agora no parque onde nos conhecemos… 
Não podes ficar assim por causa de um rapaz! É… é... Não vale a pena” disse por fim. Pôs o braço à volta dos meus ombros, puxando-me para mais perto dele. “Se esse miúdo te faz chorar assim é porque não te merece de verdade” piscou o olho. “A partir de agora, tens aqui o James que só te fará chorar mas é de tanto rir!” sorri
Por agora, abraça-me apenas!


Quem realmente ama luta.
Luta mesmo cansado.
Luta mesmo farto.
Luta contra tudo e todos.
Luta para conquistar.
Luta para vencer.
E o mais importante, quem realmente ama, perdoa sempre a pessoa amada pois aceita que é humano e não tem noção do que faz muitas das vezes. Quem ama de verdade, nunca esquece e por isso todos os dias, cada segundo AMA!! ♥ Será que ninguém sabe isso hoje em dia? :c